ERP financeiro construído sobre um razão de partida dobrada. Cada indicador abre a fórmula, as contas que o compõem e a linha do extrato que o originou.
É que o número da planilha não sabe de onde veio. Quando alguém pergunta “por que a despesa subiu?”, a resposta costuma ser uma segunda planilha.
Nenhuma tela soma tabela solta para achar saldo. Débitos e créditos são iguais em todo lançamento — e o sistema recusa gravar quando não são, dizendo a diferença.
Contabilizado, vira imutável. Correção é estorno, com os dois ligados nos dois sentidos. Quem garante não é a boa intenção do código: são travas no próprio banco.
Nunca em ponto flutuante. Meio centavo de erro não “arredonda”: desbalanceia o lote e trava o fechamento. Melhor recusar na entrada.
Pagamento, mudança de dado bancário do favorecido, fechamento e estorno exigem que quem pede não seja quem aprova — com alçada por valor.
O caminho inteiro, do arquivo do banco ao indicador que você lê.
O vertical de hospedagem já vem aberto no plano de contas.
Cada propriedade é um centro de custo. A conta de luz do compound se divide entre as casas no rateio, e o resultado por imóvel deixa de ser estimativa.
Integração com a Stays.net: a reserva vira receita, comissão de canal e recebível. Valor alterado lança só a diferença; cancelada, o inverso. E há um botão que confere o razão contra a própria Stays, imóvel a imóvel.
A comissão do Booking abate a receita, como manda a leitura contábil — e “receita líquida” passa a significar o que você entende por receita líquida.
Com a premissa de cada um escrita. A taxa do cenário base vem do seu próprio histórico de recebimento; sem amostra suficiente, o sistema diz que está usando o padrão.
Num produto financeiro, o que ele se recusa a fazer importa tanto quanto a lista de recursos. Nada aqui é “em breve”: é decisão.
Preços de lançamento, ainda não cobrados: a cobrança recorrente será ligada antes da abertura comercial.
Conta suspensa por inadimplência perde o direito de lançar, mas continua vendo e exportando o próprio razão. Dado contábil retido é problema jurídico, não alavanca comercial.
Sem botão de assinar porque a cobrança ainda não está ligada — e um botão que leva a lugar nenhum é pior do que a ausência dele.